::Sobre Mim::

Nome:ELIANA.
Gosto:Animais, viagens música, crianças,amigos, flores, a natureza...a vida.
Odeio:Mentira, falsidade, violência, falta de respeito.
Filmes:Cruzadas.
Músicas:Muitas...adoro música!


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    Acho que uma das coisas mais maravilhosas de se conviver com as pessoas no dia a dia é aprender as lições simples que elas nos ensinam, sem saber. Nos hábitos, nas palavras, nas formas de agir.

    Digo isso porque outro dia estava observando um fato curioso em um colega de trabalho. Ele estava começando a correr diariamente como hobby e, embora afirmasse que estava longe de competir em qualquer maratona, todo dia nos informava com um enorme entusiasmo o "status" da evolução da sua performance nas pistas. E - o mais importante - independente do resultado, ele comemorava! "Hoje, assim que eu consegui completar 10 quilômetros, vou parar num quiosque e beber uma água de côco bem gelada pra comemorar!", disse ele (também um inveterado apaixonado pela bebida).

    Nessas mínimas declarações que eu escutava diariamente, fiz pra mim mesma uma série de observações interessantes: primeiro, que entusiasmo nos nossos projetos é tudo. Segundo, que dividir cada etapa com os outros também é extremamente positivo, porque toda alegria compartilhada é dobrada (assim como todo obstáculo, quando dividido, se torna menor e mais facilmente "ultrapassável"). E até quem tem medo do eterno "olho gordo alheio" - e eu era uma - pode se surpreender em encontrar mais apoio dos outros do que imaginamos.

    E enfim, minha terceira consideração: comemorar nossas pequenas vitórias! O conceito mais simples e motivador da teoria dele: pois não importa se a corrida foi curta, cada etapa da pista exigiu a sua dose de suor e esforço e, quando completada, seu mérito deve ser devidamente reconhecido e comemorado. Porque adiar o champagne só pro final da maratona, se você tem a certeza de que correu o melhor que pôde, mesmo que em apenas um trecho?

    Embalada nessa reflexão, aproveitei para experimentar empiricamente essa teoria num dia quentíssimo, em pleno verão e sob um calor saariano, em que eu tinha resolver vários problemas na rua. Terminada a "maratona" do dia, com alguns problemas resolvidos e outros não, parei num barzinho e pedi um refrigerante e um copo cheio de gelo até a borda. Bebi tudo num gole só. Balanço final da experiência: dia produtivo, porém ainda com algumas pendências a resolver. Mas sempre existe um dia seguinte, o refrigerante estava uma delícia, e eu estava muito feliz! Celebrar essas pequenas vitórias diárias é também uma forma de viver os pequenos prazeres da vida, que são os presentes que realmente acrescentam e preenchem os nossos dias. Quando nos concedemos o direito de comemorar apenas em grandes momentos, estamos de certa forma menosprezando todos as nossas pequenas vitórias que construíram o caminho para chegarmos lá, e negando o mérito genuinamente merecido do nosso suor diário.

    Hora de reaprender com as crianças, que vibram com um desenho concluído, com um brinquedo montado - e sobretudo, capazes de comemorar com intensa alegria a artimanha realizada.

    Quanto à comemoração, ela pode ser simples ou grandiosa - mas que seja curtida com um prazer genuíno e imbuída de significado. Que revigore as energias e amenize os sacrifícios. E que, principalmente, nos permita chegar à nossa conquista final (grandiosa ou não) mais leves, renovados, confiantes e preenchidos de felicidade.

Clarissa Nazareth.



Escrito por ELIANA. às 14h37
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Amados,


carnaval batendo os tamborins à nossa porta, na entrada de nossos corações.Impossível fugir desta turbulenta realidade. Lembrei-me , hoje cedo ao acordar, dos versos do Chico em Sonho de um Carnaval.Hoje, eles se revelaram em inédito significado para mim. Sussurraram-me os versos do amado poeta que é preciso ter coragem de viver, de expressar-se a cada dia, sem motivo que se publique, sem razão em calendário, sem nada além de nossa condição de ser humano entre humanos.
Por tudo que em mim despertaram, aí vão os versos de Chico mensageiros de meu carinho e bons votos a todos.

"Carnaval, desengano
Deixei a dor em casa me esperando
E brinquei e gritei e fui vestido de rei
Quarta-feira sempre desce o pano

Carnaval, desengano
Essa morena me deixou sonhando
Mão na mão, pé no chão
E hoje nem lembra não
Quarta-feira sempre desce o pano

Era uma canção, um só cordão
E uma vontade
De tomar a mão
De cada irmão pela cidade

No carnaval, esperança
Que gente longe viva na lembrança
Que gente triste possa entrar na dança
Que gente grande saiba ser criança "



Escrito por ELIANA. às 14h21
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SÓ POR HOJE -

Você já notou como stress está diretamente ligado a idéia de “erro”? Erro
seu e erro dos outros. No caso de “erro dos outros”, cito a música “Só hoje”
da banda Jota Quest. Nela, tem um trecho que diz assim: "Hoje eu preciso
tomar um café / ouvindo você suspirar / e dizendo / que eu sou o causador da
sua insônia / que eu faço tudo errado sempre". Sim, se alguém marca um
encontro com você as seis e chega as oito, dá pra se estressar com a pessoa
(o outro). Mas vamos supor que o outro não tivesse livre arbítrio? Vamos
supor que o outro, assim como você, fizessem parte de um processo natural,
perfeito, indivisível e inevitável chamado vida? Faria sentido você se
estressar com o atraso dele? Que culpa ele teria sobre o descontrole?

Todo stress do erro surge de acreditar numa ilusão: a ilusão de que as
pessoas são donas de suas ações, e isto inclui a ilusão de que “suas ações”
são suas. O indiano Ramesh, por exemplo, explica esta ilusão assim: “Se
analisar qualquer ação que você considera ser sua ação, você vai descobrir
que é uma reação do cérebro a um evento externo sobre o qual você não tem
nenhum controle. Um pensamento vem – você não tem nenhum controle sobre o
pensamento que chega. Algo é visto ou é ouvido - você não tem nenhum
controle sobre o que você verá ou ouvirá em seguida. Todos esses eventos
acontecem sem o seu controle. Então o que acontece? O cérebro reage ao que
pensou ou à coisa que é vista, é ouvida, é provada, é cheirada ou é tocada.
A reação do cérebro é o que você chama de “sua ação”. Mas, de fato, isto é
apenas um conceito”.

Em outras palavras: você não tem (de fato) o que supõe (teoricamente) ter:
livre arbítrio. De fato, só existe uma vontade no universo: a vontade do
universo. Esta vontade universal é o que chamamos de vida.

Agora, pense bem, você não tem livre arbítrio! Isto não é uma maravilha? Não
é paradoxalmente libertário? Não tira um peso tremendo de cima das suas
costas? Se nem “você” nem “o outro” tem livre arbítrio, conseqüentemente,
assim como você é incapaz de fazer qualquer mal ao outro (faça o que fizer),
o outro também é incapaz de fazer qualquer mal a você (faça o que dizer).
Resultado: você não precisa se angustiar com o que você fez, faz ou vier a
fazer com os outros, nem dos outros com você, pois toda responsabilidade é
única e exclusivamente do universo. Isto não é o paraíso?

Pra terminar, eu proponho duas mudanças na música do Jota Quest. A primeira
mudança vem dos Alcoólatras Anônimos, e consiste em trocar o título da
musica de “Só hoje”, por “Só por hoje”. A segunda é uma alteração na letra,
ao invés de: "que o outro é causador da minha insônia, e que faz tudo errado
sempre", só por hoje, cantemos assim: "que o outro é instrumento de minha
aprendizagem, e que faz tudo certo sempre".

Só por hoje!

Ferrari



Escrito por ELIANA. às 14h12
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"Ninguém deve se envergonhar por descobrir ter estado errado a vida inteira; isso significa que a pessoa está mais madura e mais inteligente hoje do que ontem."

Jonathan Swift


Carnaval

O Brasil é um país de inúmeras festas.
 
É assombroso o número de feriados no calendário anual.
 
Mas, se somarmos os dias que são emendados, teremos ao longo do ano, mais de quinze dias parados. Segundo especialistas do assunto, os prejuízos são enormes para o País.
 
Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval.
 
Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho.
 
É o festejo da alegria num País de quase 40 milhões de miseráveis.
 
Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano.
 
Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões.
 
Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido. Há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso.
 
Entretanto, o grande saldo da festa se resume em duas palavras: ilusão e sensualidade.
 
Referimo-nos à ilusão dos entorpecentes, dos alcoólicos.
 
A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos.
 
Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro.
 
As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura.
 
Mas, ao longo do caminho, multiplicam-se os doentes de Aids, os abortamentos, a pobreza e o abandono, a violência.
 
Com o risco de sermos taxados de moralistas, num tempo em que se perdem as noções de moralidade, não podemos deixar de analisar criticamente esses disparates do mundo brasileiro.
 
Em nenhum momento nos colocamos contra a alegria. Porém, será justo confundir euforia passageira com alegria real?
 
Alegria de verdade seria viver num lugar onde não houvesse fome, violência, tráfico de drogas e tráfico de influências.
 
Não podemos nos colocar contra o alívio de tensões. Entretanto, alívio real seria encontrar um caminho para os graves problemas pelos quais o País atravessa.
 
O carnaval é bem típico da alienação espiritual que a sociedade se permite. De um lado, as falsas aquisições sociais de alguns, negadas pela agressividade de muitos; de outro, a falsa felicidade de quatro dias de folia, e 361 dias de novas e renovadas angústias.
 
Vale a pena?
 
Nestas horas, pessoas embriagadas, perdidas, usam um segundo de falso prazer, em troca de um enorme tempo de arrependimentos. Por quê? - perguntamos.
 
As pessoas pulam, vibram, e nem ao menos sabem o motivo da festa. Vão porque as outras pessoas também vão.
 
Enquanto a sociedade agir desta forma, sem personalidade digna, dando valores justamente aos desvalores, as pessoas continuarão sofrendo as conseqüências de seus próprios atos.
 
Vamos fazer destes dias de feriado, dias de alegria verdadeira, em paz conosco mesmos.
 
Vamos meditar, ler, pensar. Vamos conviver com nossa família e amigos, trocar idéias salutares.
 
Vamos orar também por aqueles que ainda não tiveram consciência de fazer o bem conforme o Cristo nos recomendou, e padecem nestes instantes de euforia descontrolada.
 



Escrito por ELIANA. às 16h57
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BOA TARDE
 
Minha avó tinha uma inimiga ferrenha chamada Marina. Elas se mudaram para casas próximas na pequena cidade onde tinham ido viver. Não sei quem começou a guerra, pois foi muito antes de eu nascer, e não sei se quando nasci, uns quarenta anos depois, elas mesmas se lembravam de quem havia começado. Mas o duro combate continuava, com amargas batalhas.
Era uma contenda travada sem um pingo de educação. Era uma guerra entre senhoras, o que representava guerra total. Nada na cidade escapou das conseqüências. A igreja de quatrocentos anos quase desabou quando a vovó e a senhora Marina travaram a batalha pela presidência de uma Sociedade local. Vovó ganhou este combate, mas foi uma vitória sem valor, pois a senhora Marina derrotada, demitiu-se da Sociedade num acesso de pura raiva. E qual é a graça de você dirigir alguma coisa se não puder humilhar sua inimiga mortal?
A senhora Marina venceu a batalha da Biblioteca Pública, conseguindo que sua sobrinha Fernanda fosse indicada bibliotecária no lugar de minha tia Amanda. No dia em que Fernanda tomou posse, vovó parou de apanhar livros na biblioteca, dizendo que estavam "cheios de germes", e começou a comprar os livros que queria ler.
A batalha da Escola Secundária terminou empatada. O diretor conseguiu um emprego melhor e saiu antes que a senhora Marina o tirasse de lá ou vovó conseguisse mante-lo lá para sempre.
Além dessas batalhas mais sérias, aconteciam constantes ataques e recuos na linha de tiro. Quando éramos crianças e visitava-mos vovó, parte da diversão consistia em fazer caretas para os terríveis netos da senhora Marina que revidavam com igual truculência.
Corríamos atrás das galinhas e púnhamos bombinhas nos trilhos do bonde bem em frente à casa da senhora Marina com a doce esperança de que, ao passar, o bonde provocasse uma explosão que a fizesse morrer de susto.
Num dia histórico, pusemos uma cobra na calha de chuva da senhora Marina. Minha avó ainda ensaiou um protesto, mas sentimos sua solidariedade, bem diferente dos veementes "nãos" de mamãe, e prosseguimos na nossa carreira de crianças endiabradas.
Não pense, nem por um minuto que só havia um lado nessa guerra. Lembrem-se de que a senhora Marina também tinha netos bem mais valentões e espertos do que os netos de vovó. Os pestinhas puseram gambás no porão de sua casa e esta foi a agressão mais suave. O fato é que qualquer incidente na casa de vovó foi atribuído aos parentes da senhora Marina.
Não sei como vovó poderia ter suportado todos esses problemas se não fosse pelo caderno feminino do jornal diário.
A página era uma instituição maravilhosa. Além das usuais dicas de cozinha e conselhos sobre limpeza, havia uma seção de troca de cartas para que as leitoras pudessem desabafar seus problemas. Para que o anonimato fosse mantido, as cartas vinham assinadas com um pseudônimo. O de vovó era Serena (que ironia!!!). Outras pessoas que tivessem o mesmo problema respondiam, dando a solução encontrada e também usando seus pseudônimos. Muitas vezes, exposto o problema, as leitoras ficavam trocando cartas por anos através do jornal, falando sobre filhos, doces em conserva ou a mobília nova da sala de jantar.
Foi isso que aconteceu com vovó. Ela e uma mulher chamada Andorinha se corresponderam por vinte e cinco anos, e vovó dizia a Andorinha coisas que jamais confessara a ninguém, como a vez em que contou que pensava estar grávida (e não estava) ou quando meu tio Célio pegou piolho na escola e vovó ficou profundamente humilhada. Andorinha era sua amiga do coração.
Quando eu tinha dezessete anos, a senhora Marina morreu. Numa cidade pequena, mesmo que você deteste a vizinha, faz parte das regras de educação se oferecer para ajudar a família enlutada no que for necessário.
Vovó atravessou o gramado, deu os pêsames às filhas e começou a ajuda-las a limpar a já imaculada sala de visitas para o funeral. De repente, viu aberto sobre uma mesa, num lugar de destaque, um enorme álbum de recortes. Para seu mais absoluto estarrecimento ali estavam coladas, em colunas paralelas, as cartas dela para Andorinha e as de Andorinha para ela. A maior inimiga de vovó fora, na verdade, sua melhor amiga.
Foi a única vez que me lembro de ter visto minha avó chorar. Eu não sabia naquela época por que ela estava chorando, mas agora sei. Chorava por todos os anos perdidos que não poderiam ser recuperados. Naquele momento fiquei tão impressionado com as lágrimas de minha avó, que não me dei conta da descoberta fundamental que começava a fazer. Uma descoberta que se transformou em convicção e que tem me ajudado imensamente a viver.
As pessoas podem parecer insuportáveis. Podem parecer egoístas, mesquinhas e hipócritas. Mas, se não procurarmos olha-las sob outra ótica, nunca seremos capazes de descobrir que são também generosas, amorosas e bondosas. E, se não lhes dermos a oportunidade de revelarem seus segredos e aspectos positivos, procurando sempre falar com elas e não delas, ficaremos sempre privados do bem que elas poderão nos proporcionar.
(AD)
 
NÃO JULGUE PELAS APARÊNCIAS,
POR MÁGOAS OU
ANTIGOS DESENTENDIMENTOS!!
VOCÊ SEMPRE PODERÁ DESCOBRIR
TESOUROS GUARDADOS,
NO CORAÇÃO DAQUELE, AO
QUAL VC SE PERMITIR
CATIVAR!!!
Beijos a você!! 
*****
 
 
*AMAS*


Escrito por ELIANA. às 16h50
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 O nome de Deus


Os gregos espiritualistas evitavam dizer o nome de Deus, pois achavam seu vocabulário muito limitado para expressar a grandeza Dele. Ainda hoje, acredito, que não há palavras em nossa língua que expresse a grandeza de Deus, e  mesmo assim, qualquer um de nós, não importando o cargo, posição social, grau de instrução, raça ou credo, pode a qualquer momento, em qualquer situação, se voltar para Ele e conversar de maneira quase infantil, como se fossemos íntimos, amigos de longa data.

Pena que mal aproveitamos essa "familiaridade", essa "possibilidade", utilizando esse canal espiritual na maioria das vezes, quando a dor vêm nos visitar com respostas para aquelas mudanças que tanto adiamos.
Aí, nos debulhamos em lágrimas, promessas e propostas para fazer uma troca com Deus, como se pudéssemos "negociar", como se fossemos donos de algo muito "importante" para Ele.

Mesmo nessa hora de dor e aflição, poucos são os que reconhecem os próprios erros, e muitos sãos os que, cegos pelo orgulho e pela vaidade, ainda se acham no direito de cobrar de Deus atitudes e respostas "humanas", como uma vingança contra essa ou aquela pessoa que por um motivo ou outro, julgámos "inimigas".
Pobre de nós...

A mesma misericórdia que Deus derrama sobre nós, espalha por todos os seres viventes,
e se preocupa tanto com os mais infelizes, com os doentes de toda a sorte, com aqueles que "normalmente viramos a cara", que mandou seu filho mais amado, para socorrer e amparar os mais necessitados. Uma vez aqui na Terra, Jesus não foi de encontro aos reis, aos ricos, aos sábios que se julgavam donos da verdade e do poder. Jesus foi direto na miséria, nos cárceres, nos prostíbulos, nos lugares onde segregavam os doentes, deixando uma lição viva, uma moral prática que poucos conseguem observar até hoje.

Enquanto muitos gritam a necessidade de mil mudanças, enquanto religiosos tentam colocar milhares de regras e costumes que nada tem a ver com a Moral de Cristo, a mensagem de Jesus continua firme e única diante dos séculos, e ouça quem tem ouvidos para ouvir e vejam os que tem olhos de ver:
AMAI O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO, E A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS,
e tudo mais lhe será acrescentado.

Convém que não percamos mais tempo em ladainhas e murmurações, pois a hora já é tardia.
Reveja seus conceitos.
Policie seus pensamentos.
Cuide dos seus atos.
Liberte o amor que habita em você.
Corrija-se para não ser corrigido.
Se precisar, volte atrás, peça perdão.
Perdoe sempre.
Ame além de você mesmo.
Fale com Deus todos os dias, ainda que faltem palavras, deixe o amor falar por você.

Seja então, abençoado desde já, pela Graça do Cristo que se espalha, como chuva que abençoa todos os cantos, todos os povos, todos nós.
Amém.
Paulo Roberto Gaefke



Escrito por ELIANA. às 16h43
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Mensagem do Dia !!!

 

Nunca se viu egoísmo
que não se queixe de ingratidão.


Dez maneiras de Amar a Nós mesmos
01 - Disciplinar os próprios impulsos.

02 - Trabalhar, cada dia, produzindo o melhor que pudermos.

03 - Atender os bons conselhos que traçamos para os outros.

04 - Aceitar sem revolta a crítica e a reprovação.

05 - Esquecer as faltas alheias sem desculpar as nossas.

06 - Evitar as conversações inúteis.

07 - Receber no sofrimento o processo de nossa educação.

08 - Calar diante da ofensa, retribuindo o mal com o bem.

09 - Ajudar a todos, sem exigir qualquer pagamento de gratidão.

10 - Repetir as lições edificantes, tantas vezes se fizerem necessárias, perseverando no aperfeiçoamento de nós mesmos, sem desanimar, e colocando-nos a serviço do Divino mestre, hoje e sempre.

ANDRÉ LUIZ



Escrito por ELIANA. às 16h28
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Se amar fosse fácil...

se amar fosse fácil... 

não haveria tanta gente amando mal,  

nem tanta gente mal amada.

se amar fosse fácil... 

não haveria tanta fome

nem tantas guerras 

 nem gente sem sobrenome.

se amar fosse fácil... 

não haveria crianças nas ruas sem ter ninguém

nem haveria orfanatos 

porque as famílias serenas adotariam mais filhos 
 
 
nem filhos mal concebidos

nem esposas mal amadas 

nem mixês, nem prostitutas.

e nunca ninguém negaria o que jurou num altar  
 
 
nem haveria divórcio e nem desquite, jamais...

se amar fosse fácil... 

não haveria assaltantes

e as mulheres gestantes não tirariam seu feto  
 
 
nem haveria assassinos

nem preços exorbitantes  
 
 
nem os que ganham demais, nem os que ganham de menos.  

se amar fosse fácil... 

nem soldados haveria, pois ninguém agrediria 

no máximo ajudariam no combate ao cão feroz.  

mas o amor é um sentimento que depende de um "eu quero"

seguido de um "eu espero"  

e a vontade é rebelde,

o homem, um egoísta que maximiza seu "eu" 

por isso, o amor é difícil.

Jesus Cristo não brincava quando nos mandou amar.  

e, quando morreu amando deu a suprema lição...

Não se ama por ser fácil,

ama-se porque é preciso!!  



Escrito por ELIANA. às 16h22
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UMA SEMANA ABENÇOADA PRA VOCÊ!

Alguma vez você recebeu algo maravilhoso que nem tinha pedido?
É DEUS!
Ele conhece bem os segredos do seu coração.
Alguma vez você esteve em uma situação muito problemática sem ter a menor idéia de como resolver e foi de repente, a solução apareceu?
É DEUS!
Ele toma os nossos problemas nas Mãos.
Alguma vez já se sentiu tão cansado da vida, a ponto de estar esgotada... e então de repente no outro dia, sente que tem força suficiente para continuar?
É DEUS!
Ele te carrega nos Braços e te dá descanso.
Tudo é melhor quando...
DEUS É QUEM ESTÁ À FRENTE DE TUDO!!
DEUS ESTEJA CONTIGO! SEMPRE...

##BEIJOS.



Escrito por ELIANA. às 13h50
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"Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda as perguntas. Mas não perca a esperança nunca! Sempre haverá uma nova chance para você ser feliz!"